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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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CFF participa de painel sobre experiência com Certificação Digital em congresso da SBIS

Data: 11/12/2020

As Experiências com a Certificação Digital na pandemia e as perspectivas para 2021 foram tema de um painel dentro da programação do XVII Congresso Brasileiro de Informática em Saúde – CBIS 2020, nesta quinta-feira (10.12). O evento virtual, promovido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) e moderado pelo presidente da instituição, Luis Gustavo Gasparini Kiatake, teve como participantes a assessora da presidência do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Josélia Frade, o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Carlos Roberto Fortner, o professor Jean Martina, que coordena o desenvolvimento de projetos do ITI na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e Assessor do Diretor Presidente do ITI, Ruy Ramos.

 

O presidente do ITI abriu a exposição explicando que a autarquia ligada à Casa Civil, presta suporte a diversas outras entidades da administração pública federal e produz para a sociedade serviços que, no contexto da pandemia, têm se mostrado muito úteis e válidos que facilitam com que as pessoas não se desloquem e mantenham o afastamento social preconizado. “Dentro desse contexto, o ITI desenvolveu, junto a outras entidades, incluindo o CFF, uma ferramenta a validação da assinatura em documentos digitais da área da saúde”. Esse projeto foi desenvolvido com bastante rapidez, nessa parceria que temos já a algum tempo com a UFSC, encabeçado pelo professor Jean Martina. Isso proporcionou um serviço que as pessoas, imediatamente, passaram a usar. As pessoas passaram a usar mais os documentos digitais e a, inclusive, ter confiança nesse sistema de validação e incorporá-lo nas suas rotinas diárias, tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes”, esclarece.

 

A assessora da presidência do CFF, Josélia Frade, citou o desafio global lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2017, que visa melhorar a segurança no uso de medicamentos. Os dados mostram que os erros de medicações, associados a processos inseguros envolvendo o uso de medicamentos, estão entre as principais causas de danos relacionados ao cuidado em saúde em todo o mundo. “Quando eu falo em erros de medicação, estou falando em erros tanto da prescrição, quanto da dispensação, quanto da administração feita por algum profissional ou pelo próprio paciente. A OMS alerta que mais da metade de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada e que metade dos pacientes não conseguem utilizá-los corretamente. E a gente acredita que a tecnologia pode ser a grande parceira para contribuir para o alcance da meta proposta pelo desafio global lançado pela OMS, ou seja reduzir em 50% os danos graves e evitáveis relacionados a medicamentos (5 anos)”, destaca.

 

Para ela, precisamos aproximar dos desenvolvedores para conseguirmos cumprir nossa missão profissional - contribuir para que os pacientes alcancem o máximo de benefícios com os tratamentos que utilizam, com menor risco. “Usar medicamento implica em risco e esses medicamentos podem causar danos à saúde. Enquanto profissional da saúde, eu não tenho dúvida que, se tivermos a tecnologia como aliada, poderemos chegar muito próximo da meta proposta pela OMS”.

 

O CFF vem promovendo discussões sobre certificação digital na área da saúde desde o 2019. Inclusive, foi responsável por compor o Grupo Interinstitucional de Trabalho (GIT) da Farmácia Digital, iniciativa elogiada pelo presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), Luis Gustavo Gasparini Kiatake, que é uma das instituições participantes. “Um dos motivos de nós estarmos aqui reunidos começou com a iniciativa do Conselho Federal de Farmácia, no meio do ano passado. Acho que a iniciativa teve tanto mérito que, quando chegamos na pandemia, a Anvisa já estava até com o seu comunicado pronto, porque, por meio desse nosso grupo integrado, já tínhamos suscitado esse assunto. Então, se a gente for ver qual foi o impacto social disso, imagine se ganhamos pelo menos um mês na implantação desse serviço? É difícil medir esse impacto, mas ele reflete em vidas, na saúde. É um mérito do CFF e esperamos que tenhamos continuidade nisso”, exclamou.

 

A assessora da presidência do CFF, Josélia Frade, lembrou que o Conselho já elaborou uma minuta de resolução sobre recepção de receita digital e o seu aviamento, e aguarda posição da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para os últimos alinhamentos. “A gente sonha em ter esse padrão nacional para esse fluxo. Queremos contribuir e participar desse debate sobre qual o modelo de prescrição eletrônica é ideal para o País. Uma das coisas boas que aconteceram na pandemia foi esse estreitamento de relação entre as entidades, entre as instituições. Então, a gente agradece muito a oportunidade desse compartilhamento e dessa conexão”, conclui Josélia. 

Fonte: Comunicação do CFF

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