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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

Parceria reforça campanha Sinal Vermelho no Maranhão

Data: 02/09/2020

 

As farmácias estão cada vez mais engajadas não só nas ações de saúde como também em projetos sociais. No Maranhão, a campanha nacional Sinal Vermelho - de combate à violência contra a mulher - ganhou um apoio importante! Isso por meio de uma parceria entre o Conselho Federal de Farmácia (CFF), a Prefeitura de São Luiz e o Conselho Municipal da Condição Feminina. Como explica o conselheiro federal de Farmácia pelo Maranhão, Marcelo Rosa, a iniciativa se baseia em tornar público os canais de comunicação para denúncias em caso de violência doméstica.

A parceria visa a confecção cartazes e a distribuição desse material aproveitando a capilaridade, ou seja, a presença das farmácias em diversas localidades do Estado. “A intenção é fixar cartazes nas farmácias com esses canais de comunicação, com telefones de todas as delegacias e de todos os órgãos de defesa da mulher e facilitar a visualização desses canais de comunicação pela população. Muitas vezes a mulher quer fazer a denúncia e não sabe a quem procurar e no cartaz todas essas informações estão disponíveis. Nós iremos juntamente com profissionais ligados à prefeitura de São Luiz, de farmácia em farmácia, distribuir esses cartazes, além de criar um canal de comunicação também para que as pessoas possam solicitar os cartazes para fixar em suas farmácias”, explicou Marcelo.

O conselheiro lembra que em julho deste ano o Conselho Nacional de Justiça e a Associação dos Magistrados Brasileiros lançaram a campanha nacional contra a violência doméstica, Sinal Vermelho. Desde lá, esse movimento conta com a adesão das farmácias de todo o país para facilitar o acolhimento de denúncias contra desses casos. Com a nova ação, a ideia é reforçar essa iniciativa no Maranhão. “A denúncia feita na farmácia é importante como na campanha nacional em que a mulher marca um x na mão e mostra para o farmacêutico. O farmacêutico chama para um ambiente reservado e pode acionar a polícia e comunicar também aos órgãos de proteção, porém, muitas pessoas têm relatado que há dificuldade de a mulher se desvencilhar do seu agressor para fazer isso. Talvez ela não saiba desses canais de comunicação, tendo esses telefones fixados em local público, a própria mulher pode visualizar os números, os e-mails e os contatos e fazer essa denúncia por telefone”.


A expectativa é que essa experiência possa ser replicada em outros estados brasileiros.


Ouça esta matéria da Rádio News Farma!
 

Fonte: Comunicação do CFF

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