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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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Dia Mundial da Alergia: o farmacêutico pode ajudar

Data: 08/07/2020

 O Dia Mundial da Alergia é celebrado nesta quarta-feira, 08/07. A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar a população quanto à relevância do tratamento desse problema, que em alguns casos pode causar sérias complicações à saúde e até o óbito. Geralmente a alergia é ocasionada por uma resposta exacerbada do sistema imunológico a certas substâncias, entre elas, alimentos, medicamentos, insetos e até mesmo de contato superficial com materiais.

O farmacêutico pode auxiliar o paciente na identificação de uma alergia, encaminhando o paciente ao serviço de saúde sempre que necessário, e até mesmo no acompanhamento do tratamento medicamentoso para controlar determinadas reações alérgicas. De acordo com a farmacêutica, Pamela Saavedra, do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Federal de Farmácia (Cebrim/CFF), o farmacêutico pode contribuir na orientação quanto o uso dos medicamentos.

“É importante ressaltar que intervalos e duração do tratamento devem ser seguidos para obtenção dos benefícios esperados, principalmente quando há o uso de medicamentos corticosteroides, que precisam de acompanhamento estreito”, observa. Pâmela explica que, entre tantas atribuições, o farmacêutico pode auxiliar o paciente no seguimento das medidas não farmacológicas que complementam o tratamento medicamentoso. “O farmacêutico pode orientar, por exemplo, no controle ambiental, que engloba todas as ações voltadas a reduzir a exposição do paciente alérgico a alérgenos e irritantes ambientais”, pontua Pâmela.

Os farmacêuticos também atuam nos bancos de leite, orientando sobre a amamentação, que, de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) o aleitamento materno, ou seja, o período de amamentação é de extrema importância, pois além de ser saudável para o bebê contribui na prevenção de alergias. A ASBAI aponta que as alergias atingem aproximadamente 30% da população no Brasil, sendo o público infantil o mais afetado, 20%. A entidade estima que, até o ano de 2050, o índice de pessoas com alergias representará 50% da população global.

“Há duas fases diferentes na reação alérgica: a imediata, que ocorre dentro de 30 minutos após a exposição ao antígeno e inicia as manifestações clínicas, e a tardia, verificada de 4 a 6 horas em média após o paciente apresentar hiper-reatividade ao estímulo. Exemplo disso é rinite alérgica em que ocorre obstrução nasal, rinorreia aquosa, secreção de muco e espirros”, explica a farmacêutica.

É importante salientar que qualquer parte do corpo está suscetível às reações alérgicas – asma, rinoconjuntivite, sinusite, dermatite atópica ou de contato, entre outras. “São mais raros os casos graves, de hipersensibilidade que resulta em anafilaxia, hipotensão, obstrução de via respiratória devido a edema laríngeo, em que uso de medicamento injetável para uso imediato é recomendado” afirma.

São vários os sintomas de uma reação alérgica, entre os quais dificuldade em respirar coriza, coceira no nariz, olhos ou pele, espirros, lesões cutâneas, náusea e vômito. A rinoconjuntivite alérgica, dermatite atópica ou eczema atópico, urticária e angioedema devem ser diagnosticadas pelo médico, que selecionará a melhor opção terapêutica para o paciente. “É importante diagnosticar e tratar as alergias, pois elas podem levar ao desenvolvimento de doenças como asma brônquica. Para um diagnóstico preciso, um especialista deverá ser consultado”, conclui Pamela Saavedra.

Fonte: Comunicação do CFF

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