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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Modelos de formulários para documentação de serviços clínicos

Tendo em vista as publicações da Resoluções nº 585 e 586/2013, do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que tratam das atribuições clínicas do farmacêutico e da prescrição farmacêutica, o CFF adotou estratégias para subsidiar o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades para o exercício de um novo modelo de prática profissional. Uma dessas estratégias é o Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar). Como uma das primeiras ações do Profar, o CFF disponibiliza, para download, modelos da documentação necessária ao processo de cuidado do paciente.

“Durante a prestação de serviços é fundamental que o farmacêutico desenvolva habilidades para registrar as informações coletadas e, a partir delas, ter condições de acompanhar a evolução terapêutica do paciente e os resultados das intervenções propostas. Os modelos apresentados pelo CFF têm como objetivo padronizar ações entre os farmacêuticos com atuação clínica, por isso, o Conselho preparou alguns modelos de prontuário do paciente, de redação da prescrição e de encaminhamento a outros profissionais da saúde”, comentou Walter Jorge João, Presidente do CFF.
(Modelos abaixo).


PRONTUÁRIO
A documentação do processo de cuidado deve ser feita em prontuário próprio para cada paciente, organizado de forma a manter o registro dos atendimentos e, portanto, a história farmacoterapêutica e clínica do paciente. Uma das formas mais comuns de registro, adotada por diferentes profissionais da saúde, é o modelo SOAP (do inglês, Subjective, Objetictive, AssessmentPlan), que organiza as informações em dados subjetivos (S), objetivos (O), avaliação (A) e plano (P). O CFF apresenta um modelo que permite a organização das informações dos pacientes e o registro de evolução.
Clique aqui acesse o modelo de PRONTUÁRIO (Em branco)
Clique aqui e acesse o modelo de PRONTUÁRIO (Com indicações de preenchimento)

 

RECEITA
Durante a prestação de serviços farmacêuticos, o profissional utiliza um raciocínio que culmina com a seleção da (s) melhor(es) conduta (s) que será documentada por meio da receita e entregue ao paciente. Ele deve ser redigida em português, por extenso, de modo legível, observados a nomenclatura e o sistema de pesos e medidas oficiais, sem emendas ou rasuras, incluindo os componentes previstos no artigo 9º, da Resolução 586, de 29 de agosto de 2013.

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Clique aqui e acesse o modelo de RECEITA (Com indicações de preenchimento)
Clique aqui e acesse o modelo de RECEITA (Com exemplo de preenchimento)

 

 

ENCAMINHAMENTO
Quando o farmacêutico decide seleciona como conduta encaminhar o paciente a outro profissional da saúde, ele precisa garantir que, tanto o usuário, quanto o profissional compreendam o motivo da recomendação feita pelo farmacêutico.
Entende-se que com este procedimento o outro profissional compreenda o raciocínio clínico utilizado pelo farmacêutico, bom como, a conduta selecionada. O documento formaliza a comunicação com outros profissionais.

Clique e acesse o modelo de ENCAMINHAMENTO (Em branco)
Clique aqui e acesse o modelo de ENCAMINHAMENTO (Com indicações de preenchimento)

 

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