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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

PROFISSÃO: quem é e onde está o farmacêutico brasileiro?

Data: 29/08/2008

 

A Farmácia brasileira cresce, diversifica-se e se especializa. No setor público, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASFs) saíram do papel e estão levando o farmacêutico para o Sistema Único de Saúde (SUS). No setor privado, expande-se a produção de medicamentos, enquanto, no Legislativo (Câmara e Senado), Projetos de Lei podem mudar o atual modelo de farmácia comunitária, dando-lhe um sentido sanitário em lugar do mercantilismo que rege o setor.
 
Nas Análises Clínicas, os farmacêuticos-bioquímicos com especialização em Citologia Clínica incorporam novas áreas de atuação, algumas relacionadas à genética, e partem para a realização de exames sofisticados de confirmação de diagnósticos de doenças, como o câncer de mama e ovário e outras.
 
Enfim, é uma convergência de fatores e oportunidades que vão abrindo novas portas aos farmacêuticos e criando diferentes perfis para os profissionais. E fica a pergunta: onde eles estão? O que fazem, diante de tantas novidades profissionais?
 
O farmacêutico, hoje, pode exercer cerca de 50 especialidades reconhecidas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). O número de profissionais inscritos no CFF, em 2007, era de 114.370 farmacêuticos. Quem são e onde estão estes profissionais?
 
Os Conselhos Federal e Regionais de Farmácia, criados pela Lei 3.820, sancionada, em 11 de novembro de 1960, pelo Presidente Juscelino Kubitschek, estabelece que pode exercer a profissão farmacêutica, no País, somente o farmacêutico inscrito em um Conselho Regional de Farmácia (CRF). O CFF, por Lei, rege as atividades do profissional farmacêutico, no País, e, por isso, precisa saber quem são e quais as atividades destes profissionais.
 
Por isso, o Diretor Tesoureiro do CFF,  Edson Taki, explica que para o órgão ter o perfil do farmacêutico brasileiro é preciso que o profissional apresente-se ao seu Conselho Regional de Farmácia e mantenha os seus dados cadastrais atualizados junto ao órgão.
 
"Além de facilitar a circulação de informações sobre a Farmácia, o cadastro atualizado coloca o farmacêutico no banco de dados de todo o País. E, vale salientar, os Conselhos são consultados por empresas e órgãos de pesquisa, sobre atividades profissionais", conclui Edson Taki, enfatizando a necessidade de os farmacêuticos buscarem os CRFs para se cadastrar.
 

Fonte: CFF
Autor: Veruska Narikawa e Aloísio Brandão


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