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Farmacêuticos discutem sobre falta de acompanhamento do uso de canabióides

Data: 24/11/2017

De acordo com dados oficiais, cerca de duas mil pessoas usam medicamentos a base de canabinóides no Brasil. / São pacientes que conseguem autorização na justiça para o uso de substâncias que têm como base o princípio ativo da maconha. Para a farmacêutica Margarete Kish, apesar de a discussão sobre o uso da planta Cannabis sativa ainda gerar polêmica, o Brasil precisa ampliar o debate sobre o assunto. E é por isso que o tema estará em debate hoje, 24 de novembro, no auditório Ruy Barbosa, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, num evento promovido pela instituição, com o apoio do Conselho Federal de Farmácia.

As pessoas que utilizam o canabinóides geralmente sofrem de dores intensas e têm doenças como neuropatias e eplepsias. Também há os que foram submetidos a tratamento pós-traumatismo craniano e de câncer. Margarete Kish destaca que os canabinóides têm ação sobre o sistema nervoso central e o uso concomitante de opióides, como a morfina, para controle da dor, muito comum em alguns dessas doenças, exige cuidado. “É preciso uma adequação de dose e conversar melhor com o paciente”, alerta.

Margarete Kish ressalta a importância do acompanhamento farmacoterapêutico. Ela lembra que, como a dispensação ocorre em processo judicial, muitas vezes o paciente não recebe esse acompanhamento. “O farmacêutico deve ser inserido no atendimento a estes pacientes, pois tem competência técnica para orientar adequadamente o paciente, evitando problemas relacionados ao uso do medicamento e assegurando o melhor resultado possível do tratamento.

Coordenadora do grupo de trabalho sobre Fitoterapia do Conselho Federal de Farmácia, Margarete Kish destaca que o debate sobre o tema é urgente e necessário. “Nós temos de tratar, sim, sobre a Cannabis sativa, sobre o uso terapêutico dela. Não podemos nos omitir. Vários países do mundo já regularizaram seu uso. Por exemplo, na Europa e nos Estados Unidos, ela é utilizada como suplemento alimentar. Outros países estão a caminho da regulamentação do uso como medicamento, casos da Colômbia, do Peru e do Brasil.”

Para saber mais, CLIQUE AQUI.

 

Fonte: Comunicação do CFF

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