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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas

Minicurso ensina professores a planejar unidades curriculares

Data: 18/11/2017

 O planejamento de unidades curriculares e como alinhar formação por competências, seleção de metodologias ativas, ensino-aprendizagem e avaliação de desempenho foram assuntos de oficina dada pela Dra. Angelita Cristine de Melo, no dia 15 de novembro, das 9h às 17h30, na sala Cedro IV, durante o I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas. A professora da área clínica da Universidade Federal de São João Del-Rei (UFSJ) ministrou a oficina da área da Educação, sob a coordenação da conselheira federal pelo estado de Goiás, Dra. Sueza Abadia de Souza Oliveira.

De acordo com a Dra. Angelita, a ideia é estimular docentes da área da Farmácia a pensar e propor metodologias de ensino que atendam às novas diretrizes curriculares para cursos de graduação em Farmácia, recém revisadas pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), já aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e encaminhadas para a aprovação do Ministério da Educação (MEC).

Entre as práticas docentes e metodologias de ensino, foram apresentadas definições de melhores ambientes para a pratica do aprendizado e formas de avaliar corretamente o desempenho dos estudantes, além de propostas metodológicas que permitam formar farmacêuticos por competência e não por conteúdo. Isso significa dizer que a formação atual, estruturada por matérias, deve em breve dar vez a uma formação baseada em teoria e prática.
O processo de ensino por competências é baseado na filosofia de educação do aprender fazendo. “Neste processo, o estudante fica mais próximo do desempenho profissional, vivenciando situações realísticas, e a avaliação é feita pela performance, sem provas escritas, mas testando as habilidades adquiridas”, explica a professora Dra. Angelita.

Neste caso, o professor atua no sentido de fornecer o conhecimento técnico/teórico ao estudante e colocá-lo frente a situações que simulam o atendimento real. E, à medida em que o estudante vai avançando, demonstrando que está progredindo em seu aprendizado, o tutor vai-se distanciando e dando autonomia a ele, sempre o apoiando no que precisar.

Fonte: Comunicação do CFF
Autor: Murilo Caldas

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