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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas

Métodos para tornar aluno ativo no processo de aprendizado são ensinados em oficina

Data: 16/11/2017

A oficina "Simulação com paciente padronizado: preparo e avaliação pelo OSCE (Objective Structured Clinical Examination)", mediada por Ilza de Souza, do CFF, reuniu uma plateia formada em sua maioria por professores universitários para problematizar questões relacionadas a erros de medicamentos. Realizada nesta quarta-feira, 15, durante o I Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas, a atividade teve como palestrante Fábio Ferracini, coordenador da Farmácia Clínica e da Pós-Graduação em Farmácia Clínica do Hospital Albert Einstein, que se descreveu como um "facilitador".

De acordo com ele, a ocasião teve o intuito de ensinar os participantes a como montar um cenário de OSCE, propício para a simulação realística. Na parte da manhã, foi exposta a teoria do processo. "Primeiro fiz uma introdução sobre a quantidade de erros de medicamentos que existe no mundo, que hoje representa a terceira causa de mortes no planeta", lembrou Ferracini, ressaltando que na sequência foi trabalhado como fazer a simulação realística a partir do início, como e onde ela surgiu, o que é necessário e todo o passo a passo envolvido. "Passamos desde o assunto objetivo até o planejamento de escrever o cenário, treinar o ator e fazer o debriefing, que é a parte mais importante da simulação realística."

Durante a tarde, a parte prática teve vez, quando a sala foi dividida em grupos. Cada um deveria criar um cenário, treinar um ator e fazer a simulação adaptando uma sala de aula. Os outros grupos ficavam como participantes daquele cenário que não haviam elaborado. "Os alunos foram tão bem que apenas tive que facilitar o que estavam fazendo. No debriefing trouxemos a discussão do cenário, instigando as pessoas a falar, perguntar e responder", informou o palestrante, observando que o exercício de simulação traz benefícios para professores e alunos. "Uma coisa é você colocar apenas conteúdo teórico, outra é desenvolver a metodologia onde você faz o aluno aprender numa prática de cenário que ele pode experienciar na vida real.

Ferracini aponta que esse é um dos diferenciais da tarefa, e que se o aluno passar pelas situações colocadas em perspectiva, estará treinado para isso. "Os problemas que foram gerados hoje extrapolam para outros diversos, e assim os alunos conseguem aprender de uma maneira diferente, não só daquela do professor dando conteúdo e o estudante só escutando. O aluno se torna ativo no processo de aprendizado", afirma ele, salientando que os problemas examinados tiveram foco em todos os tipos de erros de medicamentos, como trocas e alterações de horários e doses.

 

Fonte: Comunicação do CFF

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