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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

VI ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSOS DE FARMÁCIA

Data: 28/04/2010

Foi necessário um período de 12 anos para consolidar a aproximação da categoria farmacêutica aos órgãos públicos com atuação intimamente ligada à ação profissional, e com a Academia, formadora dos novos farmacêuticos. Este foi o aspecto realçado, hoje (28.04.10), no Hotel Nacional, em Brasília, pelo Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, durante a abertura do “VI Encontro Nacional de Coordenadores de Cursos de Farmácia”, realizado pelo CFF, por meio de sua Comissão de Ensino. Na ocasião, o CFF homenageou com uma placa os representantes dos Ministérios da Saúde, Ana Estela Haddad, Diretora do Departamento de Gestão da Educação em Saúde, e da Educação, Mário Portugal Pederneiras, Conselheiro Nacional de Educação.

Ana Estela Haddad ressaltou que a Farmácia, hoje, já é membro do Conselho Nacional de Saúde, e os farmacêuticos estão bastante integrados à Política Nacional de Saúde, implantada pelos governos Federal, estaduais e municipais. Estela Haddad falou de sua honra ao receber a homenagem do CFF e considerou importante o compartilhamento existente entre as diversas instituições convergentes para a educação e saúde. Ressaltou que é necessário avançar mais nas políticas voltadas para os setores.

A Diretora de Gestão da Educação em Saúde lembrou que a CAPES, recentemente, fechou edital para financiamento de estudos por mestrados e doutorados para a Vigilância Sanitária e que, na próxima semana, deve lançar novo edital em que os farmacêuticos, também, estarão contemplados com especializações e aprofundamento da qualificação profissional.

Mário Portugal Pederneiras, por sua vez, falou do quanto é produtivo e prazeroso dividir os horários de trabalho para discutir temas de interesse dos farmacêuticos. Considerou que não é fácil conciliar o que os alunos devem aprender, no curso de Farmácia, com os interesses corporativos e empresariais, no que toca às definições do exercício da profissão. O Conselheiro do CNE, no entanto, lembrou que as classes profissionais e seus órgãos representativos, e, também, os órgãos públicos, têm de buscar a convergência de interesses para ações que atendam ao bem-estar da sociedade.

O Presidente do CFF, Jaldo Santos, enfatizou que a homenagem prestada aos representantes dos Ministérios da Saúde e da Educação faz parte da política do Conselho, de estar presente com aqueles que sempre apóiam e apoiaram a inserção dos farmacêuticos em seus espaços de direito e o papel do profissional junto à sociedade. Salientou, no entanto, que, mais do que o amor à profissão, deve-se visar à qualificação dos que estão e dos que vão entrar, no mercado de trabalho, e que isso não se reduz à manipulação de medicamentos, mas de forma ampla ao atendimento à população.

Pelo jornalista Fernando Ladeira (colaborador).
 

Fonte: CFF

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