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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias do CFF

Dr. Walter Jorge: "Farmacêutico é uma segurança no combate aos medicamentos irregulares"

Data: 26/03/2010

“A população pode ter certeza de que encontra no farmacêutico, que está ao balcão das farmácias e drogarias, um aliado para que ela não compre, nem utilize medicamentos irregulares (falsificados, sem procedência, com validade remarcada), que vão prejudicar a sua saúde”. Esta é a tônica da entrevista dada pelo Vice-presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e Conselheiro Federal pelo Estado do Pará, Walter Jorge João, no programa “Fórum”, da TV Justiça. O programa, ancorado pelo jornalista Rimack Souto, teve por tema a “Pirataria de Medicamentos”.

Walter Jorge João lembrou que, entre os principais medicamentos falsificados e comercializados, no Brasil, estão os dirigidos aos tratamentos de impotência sexual (disfunção erétil), obesidade (anorexígenos), aumento de massa muscular (anabolizantes), câncer e hipertensão. Exatamente, os mais caros e que dão mais retorno econômico-financeiro aos criminosos. “É por isso”, lembrou o dirigente do Conselho Federal de Farmácia, “que o crime foi enquadrado no artigo 273, do Código Penal, que qualifica a falsificação de medicamentos como hediondo, e leva à prisão, por dez a 15 anos, quem o pratica”, salientou.

PREJUÍZOS ECONÔMICOS E SOCIAIS - Walter Jorge ressaltou que os Conselhos Federal e Regionais de Farmácia tem sido parceiros dos Ministérios da Justiça e da Saúde, e da Anvisa, nas ações de fiscalização e controle de medicamentos. Citou informação do Ministério da Justiça de que, devido à pirataria, a União deixa de arrecadar, anualmente, mais de R$ 30 bilhões, além de inibir a criação de dois milhões de empregos formais nos setores envolvidos e prejudicados.

O farmacêutico salientou que os farmacêuticos já contam com o SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), criado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por áreas: farmácias e drogarias, distribuidoras, e indústria. Em farmácias e drogarias, o SNGPC começou a ser implantado, em 2007, e já conta com 60% de adesão das 64.145 farmácias cadastradas na Anvisa.

Até outubro, disse Walter Jorge João, a Casa da Moeda do Brasil deverá imprimir e distribuir as novas etiquetas em duas dimensões e os equipamentos de leitura eletrônica, o que dará mais segurança e garantia a respeito da origem dos medicamentos. Atualmente, os farmacêuticos que trabalham, em farmácias, com o uso do SNGPC, já efetuam o controle dos medicamentos que chegam até o balcão, para entrega ao paciente. Após terminado o ciclo, com a entrada das distribuidoras e indústria no sistema, haverá condições de qualquer paciente saber todas as informações acerca do medicamento que está usando (origem, fabricante, quando foi fabricado, lote, farmacêutico responsável e outros).

FARMACÊUTICO É A SEGURANÇA - Em mais de um momento na entrevista, o Vice-presidente do CFF chamou a atenção para a segurança que representa o farmacêutico atuando, nas farmácias e drogarias. Lembrou que o profissional está ao lado da comunidade, para orientar os pacientes quanto ao uso correto dos medicamentos, além de lhes prestar serviços no âmbito da atenção primária.

Da entrevista para a TV Justiça, também, participou o Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual do Ministério da Justiça, André Barcellos. O programa “Fórum” vai ao ar, às sexta-feiras (20:30), sábados (18:30) e segundas-feiras (21h), pela TV Justiça, que é transmitida pela Net e pela Sky.
 

Fonte: CFF
Autor: Pelo jornalista Fernando Ladeira (Radioweb),

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