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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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Prevenção de derrame e infarto pode ser feita com doses menores de AAS

Data: 24/08/2016

Um estudo da Universidade de Campinas, em São Paulo, constatou que a prevenção do infarto e do derrame pode ser feita com doses menores do ácido acetilsalicílico.

Quem é grupo de risco muitas vezes usa para se proteger. Quem já teve derrame ou infarto quase sempre toma.

Usado primeiro como anti-inflamatório e analgésico há mais de 50 anos, o ácido acetilsalicílico, conhecido como AAS, virou arma também contra doenças cardiovasculares.

É que os médicos descobriram que, em doses menores, o remédio evita a formação de coágulos que entopem veias e artérias, facilitando assim a circulação.

Esse efeito é popularmente conhecido como afinar o sangue e dura de três a cinco dias. E foi justamente estudando esse prazo de validade do ácido acetilsalicílico no organismo que pesquisadores da Unicamp concluíram que tomar uma quantidade menor pode ser tão eficiente quanto tomar um ou mais comprimidos diariamente.

O estudo publicado na revista da Fapesp, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, e no jornal de farmacologia do American College, acompanhou um grupo de pacientes que tomou o comprimido diariamente e outro que tomou a cada três dias. O efeito sobre a agregação das plaquetas, ou seja, a proteção contra coágulos foi igual.

“O efeito terapêutico é o mesmo. Entretanto, o aspecto de irritação gástrica será menor. A substância responsável pela proteção do estômago é mantida nos níveis normais”, explica o coordenador da pesquisa da Unicamp, Gilberto de Nucci.

As doses menores podem abrir caminho para a inclusão de novos grupos de risco na prevenção como os diabéticos e aqueles que sofrem com efeitos colaterais.

“Existem pacientes que têm uma sensibilidade maior no trato digestivo - tanto no esôfago, estômago, duodeno - e precisam de proteção gástrica para poder tomar o ácido acetilsalicílico. Esses pacientes poderão se beneficiar com doses menores e tratamento intercalado”, disse Ricardo Pavanello, supervisor de cardiologia clínica do Hospital do COração (HCor).

Fonte: G1 - Jornal Nacional

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