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REUNIÃO GERAL (II) - O papel do farmacêutico no NASF e diante da RDC 44 é debatido na Reunião Geral

Data: 26/03/2010

Durante a 56ª Reunião Geral dos Conselhos de Farmácia, realizada, nos dias 23 e 24 de março de 2010, o farmacêutico Wilson Hiroshi, Vice-Presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Mato Grosso do Sul, levou ao plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e aos diretores de Conselhos Regionais uma discussão sobre a situação dos farmacêuticos, em todo País, com a implantação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF). Para ele, ainda falta esclarecimento ao farmacêutico e à população sobre o papel dos NASFs e quais as atividades que o farmacêutico pode exercer nesses Núcleos. “É preciso mostrar que somos muito mais que organizadores de medicamentos, e que a gestão desses produtos, também, inclui a dispensação, ato fundamental à saúde pública”, comentou.

O Conselheiro Federal pelo Estado do Paraná e Presidente da Comissão de Saúde Pública do CFF, Valmir de Santi, afirmou que a Comissão deve, em breve, propor ao Ministério da Saúde alteração nas atividades definidas na Portaria que cria os NASF (número 154, do Ministério da Saúde), e que a participação dos Conselhos Regionais é essencial na divulgação de resultados. “Na Comissão, temos dificuldades de saber sobre o trabalho realizado pelos farmacêuticos que atuam nos NASFs, de suas boas experiências, dos resultados concretos dos seus bons trabalhos de assistência farmacêutica prestados, nos Municípios. Por isso, precisamos de informações dos Conselhos Regionais”, afirmou.

RDC 44 – Outro tema debatido na 56ª Reunião Geral dos Conselhos de Farmácia foi a postura do profissional farmacêutico, diante das mudanças apresentadas pela Resolução de Diretoria Colegiada (RDC nº 44/09) da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi apresentada, em agosto de 2009, e visa a combater a venda indiscriminada de medicamentos sem prescrição médica.

De acordo com a Resolução, todos os produtos que estão à disposição do cliente e são vendidos a granel devem ficar atrás do balcão. De acordo com o Presidente CFF, Jaldo de Souza Santos, a RDC 44 é o primeiro passo para uma mudança, há tempos, almejada pelo CFF. “A farmácia não é um mercado, e o medicamento não é um simples produto. O seu uso requer orientação, e tal serviço só pode ser prestado pelo farmacêutico”, disse.

Souza Santos lembrou que as medidas tomadas pelo Ministério da Saúde vêm transformando as profissões e que é preciso estar preparado para uma sociedade ainda carente de serviços públicos. “Nosso saber farmacêutico é essencial no processo de desenvolvimento das políticas de saúde”, afirmou.

Para todos os presentes à Reunião Geral, ainda, falta esclarecimento em relação ao papel do farmacêutico na aplicação da RDC nº 44. “O farmacêutico precisa conhecer a legislação, e os Conselhos Regionais, no seu papel de fiscalizar com orientação, devem levar esse conhecimento ao profissional”, completou o Presidente do CFF.
 

Fonte: CFF
Autor: Veruska Narikawa

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