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Cientistas criam exame de sangue que determina idade biológica

Data: 09/09/2015

Um grupo de cientistas da Universidade King’s College, em Londres, desenvolveu um exame de sangue que pode estimar com mais precisão o envelhecimento de cada pessoa. A equipe acredita que o teste possa ser usado para determinar a idade biológica dos órgãos destinados a transplantes, evitando possíveis falhas. Outro uso importante seria o de prever o risco de alguém desenvolver doenças associadas à velhice, como o mal de Alzheimer.

A pesquisa, publicada esta semana na revista on- line “Genome Biology”, analisou os níveis de atividade de geneschave de indivíduos saudáveis de 65 anos, medindo no sangue deles os níveis de ácido ribonucleico (RNA), responsável pela síntese de proteína na célula.

Os pesquisadores descobriram que a alta atividade dos genes está associada a uma melhor saúde cognitiva e melhor função renal, em um período de 12 anos. De acordo com o estudo britânico, o mesmo conjunto de moléculas é regulado tanto no sangue quanto nas regiões do cérebro associadas à demência. Isso permite, segundo a equipe de pesquisa, uma maneira mais rápida e fácil de, ao analisar uma amostra de sangue, conseguir diagnosticar o mal de Alzheimer precocemente.

Como o teste mede a vitalidade de certos genes, pode verificar, a partir das idades biológicas dos órgãos, qual é o risco de eles falharem depois de serem transplantados.

TRANSPLANTES MAIS SEGUROS

“Usamos o ano do nascimento, ou a idade cronológica, para julgar tudo, do valor de seguros até os procedimentos médicos. Em geral, entendese que pessoas de 60 anos não são todas iguais, claro, mas ainda não havia um teste confiável para detectar a idade biológica correspondente”, explicou ao jornal “The Independent” um dos responsáveis pelo estudo, o professor de Medicina James Timmons, da King’s College.

Segundo ele, a descoberta fornece a primeira “assinatura” molecular confiável da idade biológica de seres humanos e pode ser capaz de transformar a maneira como a idade é usada para tomar decisões médicas.

“Para o transplante de rins, órgãos mais antigos estão sendo usados com cada vez mais frequência, e, quanto mais velho for o doador, é mais provável que o transplante falhe posteriormente. Seria útil, portanto, conhecer a idade biológica do órgão antes de usá- lo”, analisou o pesquisador.

A aplicação do exame de sangue para ajudar a detectar os riscos de demência numa pessoa também trará, segundo o cientista, maior agilidade para o início do tratamento.

Fonte: O Globo

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