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Notícias Gerais

Morre médico que liderava combate a ebola

Data: 30/07/2014

As autoridades de saúde de Serra Leoa confirmaram nesta terça (29) a morte do virologista Sheik Umar Khan, 39, médico que liderava o combate ao surto do vírus ebola em seu país.

Há menos de uma semana, ele contraiu o vírus e foi internado em uma enfermaria da ONG Médicos Sem Fronteiras no norte de Serra Leoa.

"É uma grande e irreparável perda para Serra Leoa. Ele era o único especialista que o país tinha em febres hemorrágicas virais", afirmou Brima Kargbo, funcionário do Ministério da Saúde leonês.

Khan tratou mais de 100 pacientes vítimas do ebola. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o atual surto já matou ao menos 672 pessoas na Guiné, Libéria, Serra Leoa e Nigéria.

Mais de 1.200 casos foram registrados desde fevereiro, no maior surto desde a descoberta do vírus, em 1976.

A companhia aérea Asky, com sede no Togo, suspendeu nesta terça os voos de e para Serra Leoa e Libéria, e informou que não vai mais se abastecer de alimentos provenientes da Guiné.

A nigeriana Arik Air já havia suspendido os voos com destino à Libéria e Serra Leoa nesta segunda (28).

A decisão da principal companhia aérea da Nigéria veio após a confirmação da primeira morte por ebola no país. Patrick Sawyer, 40, era americano e trabalhava para o governo da Libéria desde 2008. Ele morreu na sexta (25) em um hospital em Lagos, mais tarde colocado em quarentena e fechado pelo governo nigeriano.

A nacionalidade de Sawyer foi divulgada após entrevista de sua mulher à emissora americana NBC na manhã desta terça (29) A disseminação do vírus levou a Libéria a fechar suas fronteiras, além de restringir reuniões públicas de pessoas e banir jogos de futebol.

Dois voluntários americanos que atuam no país, o médico Kent Brantly e a missionária cristã Nancy Writebol, também foram infectados e seguem internados em situação estável.

A doença, contraída a partir de contato com fluidos corporais de pessoas ou animais infectados, tem sintomas que incluem vômito, diarreia e sangramentos.

Sua taxa de mortalidade pode chegar a 90% no atual surto está em 60%. Não há vacina para a doença.

Fonte: Folha de S.Paulo

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