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Africanos anunciam medidas contra ebola

Data: 07/07/2014

Os países da África Ocidental e organizações internacionais de saúde adotaram uma nova estratégia para combater a mais letal epidemia mundial de ebola, que matou centenas de pessoas na Guiné, Serra Leoa e Libéria.

Em uma conferência de dois dias em Acra, capital de Gana, as autoridades assumiram o compromisso de detectar casos do vírus, reforçar a colaboração internacional, buscar mais contato com as comunidades locais e promover maior cooperação com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outros parceiros.

Os ministros reunidos também recomendaram estabelecer um centro de controle sub-regional na Guiné para coordenar as medidas de assistência técnica.

As decisões envolvem governos, a ONU, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, agências assistenciais e o setor privado.

Pelo menos 467 pessoas morreram do vírus do ebola desde fevereiro, de acordo com a OMS.

"Os governos precisam mobilizar os setores relevantes, a comunidade, líderes políticos e religiosos, para melhorar a conscientização, o apoio psicossocial e a compreensão da situação do ebola", disse Francis Kasolo, diretor de prevenção e controle de doenças da OMS na África, em entrevista coletiva.

O comunicado final da reunião não fez referência a apoio financeiro ampliado a esse esforço, e havia poucos detalhes sobre como as medidas seriam implementadas.

Ainda assim, os ministros afirmaram que a conferência ofereceu um fórum valioso para compartilhar ideias.

Os ministros da Saúde também disseram que era essencial que organizações regionais como a União Africana e a Comunidade Econômica dos Estados do Oeste da África liderassem o esforço.

Não existe plano de fechar fronteiras como parte de um esquema para prevenir a difusão da doença, e em lugar disso deve haver esforços ampliados para educar as pessoas sobre os riscos, disse Bernice Dahn, ministra-assistente da Saúde da Libéria.

O ebola causa febre, vômito, sangramento e diarreia e mata até 90% das pessoas a que infecta. Altamente contagioso, é transmitido pelo contato com o sangue e outros fluidos contaminados.

O surto atual é complicado de controlar porque envolve coordenar três governos, o que dificulta o desenvolvimento de protocolos comuns de saúde, disse uma autoridade internacional de saúde.

Ao mesmo tempo, as regiões fronteiriças são densamente povoadas e registram nível elevado de mobilidade social, mas têm serviços de saúde governamentais deficientes.

Fonte: Folha de S.Paulo
Autor: Kwasi Kpodo

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