Menu Principal

fecha o menu
Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias Gerais

Amostras do vírus da varíola podem ser destruídas

Data: 08/05/2014

Até o fim deste mês a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai determinar se destruirá ou não as duas últimas amostras de um dos maiores assassinos da História: o vírus da varíola.

Um grupo de cientistas americanos defende a preservação para estudos, enquanto um primo do agente letal é descoberto na Geórgia, entre a Ásia e a Europa.

Não são poucos os especialistas, porém, que temem o uso de vírus especialmente mortais como armas terroristas.

A varíola foi declarada erradicada em 1980, tornando-se o primeiro e único patógeno humano já erradicado no mundo.

Duas amostras do vírus, no entanto, foram guardadas em laboratórios de segurança máxima; uma nos EUA, outra na Rússia. A destruição das amostras seria uma medida de segurança prevista pela OMS. No entanto, sua preservação poderia ser valorosa para estudos científicos, no caso, por exemplo, de o vírus ser intencionalmente liberado.

Cientistas ainda hoje usam as amostras para trabalhar em novas drogas e para estudar doenças relacionadas. Por conta disso, um grupo de pesquisadores encaminhou um pedido à organização internacional para não destruir as amostras.

“A pesquisa permanece sendo vital, e acreditamos que os objetivos da OMS para vacinas novas e mais seguras, drogas antivirais de última geração e melhores formas de diagnósticos não foram ainda totalmente alcançados”, escreveram os cientistas, defendendo a preservação dos vírus.

Muitas pessoas continuam recebendo a vacina contra a varíola, que não contém o vírus.

É o caso de militares, por exemplo. Os EUA mantêm um grande estoque de vacina, suficiente para vacinar toda a população do país, no caso de um novo surto da doença.

A mais letal das variantes da varíola mata de 30% a 35% das vítimas. A doença surgiu em 10.000 a.C., e a mais antiga evidência da doença foi encontrada num corpo mumificado de um faraó egípcio. A varíola matou de 300 a 500 milhões pessoas no século XX.

O apelo dos cientistas ocorreu no momento em que dois fazendeiros da Geórgia foram diagnosticados com uma doença até então desconhecida, que seria uma espécie de “prima da varíola”, segundo os Centros de Controle de Doenças dos EUA.

Segundo especialistas, o vírus ainda não foi nomeado porque ainda se sabe pouco sobre ele.

Cientistas consideram que qualquer vírus da família da varíola é de extrema importância porque poderia ser usado como agente de bioterrorismo.

Fonte: O Globo

Fotos Relacionadas

Vídeos















Newsletter

Cadastre-se em nossa newsletter para receber notícias direto no seu e-mail



Copyright © 2008 Conselho Federal de Farmácia - CFF. Todos os direitos reservados.

SHIS QI 15 Lote L - Lago Sul / Brasília - DF - Brasil - CEP: 71635-615

Localização

Fone: (61) 3878-8700