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Notícias do CFF

CFF realiza oficina para definir referenciais mínimos para cursos livres na área clínica

Data: 16/04/2014

Membros da Comissão de Ensino (Comensino) e da Comissão Assessora de Educação Farmacêutica (CAEF), integrantes da Assessoria Técnica e da Presidência e consultores ad hoc do Conselho Federal de Farmácia (CFF) estão reunidos no auditório do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim) nesta terça e quarta-feira, dias 15 e 16 de abril. O objetivo da oficina é definir referenciais mínimos a serem cumpridos pelas entidades que promovem cursos livres de especialização profissional em farmácia clínica.

A fundamentação básica para o trabalho são as Resoluções do CFF nº 572, nº 582, nº 585 e nº 586, publicadas em 2013, bem como documentos nacionais e internacionais afins.

O primeiro dia das discussões foi aberto pelo assessor da Presidência, Tarcisio Palhano, seguido da apresentação da assessora da Presidência do CFF, Zilamar Costa Fernandes, que apresentou aos participantes as Resoluções do CFF nº 572/2013 e nº 582/2013.

Em seguida, José Rui Machado Reys, membro da Comensino e professor adjunto e coordenador do curso de Farmácia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), fez a contextualização da primeira proposta sobre os referenciais mínimos, elaborada pela comissão da qual faz parte.

Ainda durante o período da manhã, a também assessora da Presidência do CFF, Josélia Frade, resgatou o histórico das resoluções das Atribuições Clínicas e da Prescrição Farmacêutica, além de apresentar a relação de serviços que os farmacêuticos serão estimulados a implantar no país, no programa em elaboração pelo CFF - Programa de Suporte ao Cuidado Farmacêutico na Atenção à Saúde (Profar).

Em seguida, a consultora ad hoc, Angelita Melo, professora da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) discorreu sobre o trabalho elaborado pelo grupo de consultores sobre os referenciais mínimos e a designação a ser adotada para os cursos livres relacionados à área clínica.

A professora, Rosana Isabel dos Santos, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), falou sobre o processo de construção dos critérios para os cursos livres e apresentou o trabalho consolidado pela Comensino.

Os trabalhos da manhã foram encerrados por Ana Márcia Yunes, professora da Escola Superior de Ciências da Saúde/SES/GDF que apresentou os diferentes conceitos de competência e uma proposta de matriz de competência. Nesta quarta-feira, os participantes continuarão os trabalhos em grupo.

Durante a manhã, o professor Tarcísio Palhano, assessor da Presidência do CFF, fez uma intervenção para lembrar que a atuação clínica do farmacêutico é uma prioridade para a atual gestão do CFF. O presidente do CFF, Walter Jorge João não esteve presente em função de reunião, na sede do CFF, do Fórum Nacional de Luta Pela Valorização Profissional, disse em outras oportunidades que o Conselho pretende, por meio do Profar, mobilizar o maior número possível de farmacêuticos para a atuar na área clínica.

A oficina conta com a participação, como facilitadora dos trabalhos, da professora Elaine das Graças, da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Fonte: Comunicação CFF

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