Menu Principal

fecha o menu
Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

Notícias Gerais

Genoma do tubarão-elefante mostra evolução de vertebrados

Data: 09/01/2014

Tubarões são considerados uma raridade evolutiva — são um dos poucos vertebrados cartilaginosos remanescentes — e cientistas acreditavam que desvendar os mistérios de seu genoma poderia gerar pistas importantes sobre a evolução humana.

Pelo que aponta pesquisa recente da Universidade de Washington, eles estavam certos: genes que faltam nesses peixes podem ajudar a entender e tratar a osteoporose.

Ao sequenciar o genoma do tubarão-elefante (que vive entre 200 a 500 metros de profundidade e também é conhecido como tubarão-peregrino) e comparar com outros animais, os pesquisadores descobriram uma família de genes que está ausente na espécie, mas presente em todos os vertebrados ósseos, incluindo galinhas, vacas, ratos e humanos.

Em testes com peixes-zebra, que possuem semelhança genética de 70% com os homens, os pesquisadores eliminaram essa família de genes e observaram uma redução drástica na formação óssea dos animais.

Segundo o estudo, a evidência da sua importância para a estrutura corporal pode ter implicação na compreensão de doenças ósseas como a osteoporose, e ajudar no desenvolvimento de terapias mais eficazes.

“Agora temos o código genético de uma espécie considerada fundamental para a compreensão da evolução e da diversidade de vertebrados ósseas, incluindo seres humanos”, escreveu Wesley Warren, do Instituto Genoma da Universidade de Medicina de Washington, em artigo publicado na revista “Nature”.

“Embora os vertebrados cartilaginosos e ósseos tenham divergido a cerca de 450 milhões de anos atrás, com o genoma do tubarão-elefante na mão podemos começar a identificar adaptações genéticas importantes na árvore evolutiva”.

TUBARÕES-BRANCOS

Em outro estudo americano, conduzido pelo Instituto Oceanográfico Woods Hole (WHOI), em Massachusetts, e publicado na revista “PLOS One”, um grupo de pesquisadores descobriu que os tubarões brancos vivem bem mais do que se pensava.

Utilizando uma nova técnica para determinar a idade dos animais, os cientistas constataram que eles podem viver mais de 70 anos.

Para tanto, basearamse num “selo de tempo” deixado por marcas de radiocarbono produzidas por testes de dispositivos termonucleares feitos durante as décadas de 50 e 60 nas camadas de vértebras dos tubarões.

A nova estimativa coloca a espécie entre os peixes cartilaginosos de vida mais longa, apesar de vulnerável, devido a seu crescimento lento.

Fonte: O Globo

Fotos Relacionadas

Vídeos















Newsletter

Cadastre-se em nossa newsletter para receber notícias direto no seu e-mail



Copyright © 2008 Conselho Federal de Farmácia - CFF. Todos os direitos reservados.

SHIS QI 15 Lote L - Lago Sul / Brasília - DF - Brasil - CEP: 71635-615

Localização

Fone: (61) 3878-8700