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Hypermarcas vê retomada em agosto e setembro

Data: 06/11/2013

O presidente da Hypermarcas, Claudio Bergamo, disse que viu uma retomada "bastante forte" na demanda em agosto e setembro, após um julho fraco, afetado pelas manifestações pelo país. No resultado consolidado da companhia no terceiro trimestre, houve alta de 12% na receita, para R$ 1,1 bilhão, e 5% no volume. O lucro líquido aumentou 17%, para R$ 80 milhões.

O resultado trimestral da fabricante de medicamentos e produtos de higiene e beleza, divulgado na sexta-feira à noite, foi considerado positivo por analistas, que destacaram o desempenho acima do esperado da divisão farmacêutica e a melhoria da performance operacional do grupo. As ações da companhia encerraram o pregão ontem em alta de 1,43%. O Ibovespa subiu 0,78%.

A venda de medicamentos da empresa cresceu 15,6% no terceiro trimestre, acima das projeções de seis instituições financeiras compiladas pelo Valor, que previam alta de até 13%. Bergamo comentou que neste ano as temperaturas frias estão se prolongando, o que favorece a venda de antigripais. A Hypermarcas é fabricante de medicamentos isentos de prescrição como Benegrip e Coristina D.

Bergamo disse que a área de medicamentos ainda cresce bastante em volume, devido à entrada de novos consumidores. No trimestre, 60% do crescimento foi em volume, e o restante em preço. "Aqui há aumento de consumo por parte das camadas populares, consumindo mais medicamentos", afirmou. A Hypermarcas é líder em medicamentos sem prescrição e em similares e está ganhando mercado em genéricos.

A divisão de consumo (itens de higiene e beleza), no entanto, só conseguiu aumentar as vendas em 8% no trimestre com produtos mais caros. Cerca de 80% do crescimento está relacionado a aumentos de preço e melhor mix de produtos, disse Bergamo. "Não estamos vendo grandes tendências de avanço de volume em consumo". Após enxugar seu portfólio do segmento em 40%, eliminando as marcas não rentáveis, a Hypermarcas vai melhorar os produtos que permanecem à venda, além de lançar itens de maior valor agregado, disse o executivo.

Segundo Bergamo, "o consumidor está muito aberto para produtos de maior valor agregado" em consumo. Entre os lançamentos recentes da companhia, ele cita versões para pele seca e extra seca dos cremes Monange e o adoçante Zero Cal de sucralose. Essas subcategorias impulsionam o avanço dos mercados de hidratantes e adoçantes, respectivamente.

"A inovação em consumo continua num nível grande e, obviamente, para isso precisa de investimento de marketing", acrescentou. No trimestre, as despesas da Hypermarcas com marketing aumentaram 21%, para R$ 216,7 milhões, e representaram 19,5% da receita líquida. Bergamo disse que a companhia deve manter o "ritmo acelerado" de gastos com marketing no quarto trimestre, a níveis próximos a 20% da receita líquida.

A Hypermarcas caminha para o fim de um processo de simplificação de sua malha operacional, que contribui para a redução de custos e ganhos de sinergia, após fazer 28 aquisições até 2011. Até meados de 2014, a companhia contará com apenas cinco instalações, entre fábricas e centros de distribuição no país, todas em cidades de Goiás. No fim de 2011, eram 23 unidades espalhadas pelo país.

Fonte: Valor Econômico
Autor: Adriana Meyge

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