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Pagamento em ações da Ultrapar foi decisivo para atrair Extrafarma

Data: 01/10/2013

Antes de fechar acordo para ser vendida ao grupo Ultra, a rede de farmácias Extrafarma prospectou o mercado em busca de um investidor financeiro. Ao longo do último ano, a companhia paraense conversou com fundos de private equity e chegou a receber propostas, segundo fontes que participaram das conversas.

A ideia inicial da família Lazera, que controla a Imifarma, dona da Extrafarma, era vender uma participação minoritária do negócio - daí o interesse em atrair um investidor financeiro e não estratégico.

Em paralelo, o grupo Ultra começou a buscar ativos do varejo farmacêutico com a intenção de entrar nessa área. Com isso, os interesses dos dois grupos acabaram se aproximando.

O Valor apurou que a Imifarma acabou optando pela proposta do Ultra - e pela venda da companhia toda - por causa do formato da operação. Nem toda a família controladora da Extrafarma tinha a intenção de sair da companhia e o pagamento por meio de ações dá àqueles que pretendem permanecer no negócio a possibilidade de fazê-lo.

Pelos termos do acordo, o Ultra passou a deter a totalidade das ações da Imifarma, dona da marca Extrafarma. Os acionistas da Imifarma, por sua vez, ficarão com 2,9% das ações da Ultrapar.

O contrato prevê uma regra de permanência de seis anos para os acionistas da Imifarma. Ou seja, nos próximos anos eles poderão reduzir gradualmente sua participação na Ultrapar, se o desejarem. Mas somente depois desse período poderão se desfazer totalmente das ações.

A Extrafarma foi assessorada pelo Itaú BBA. O grupo Ultra foi auxiliado pelo escritório de advocacia Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr e Quiroga.

No acordo com o grupo Ultra, a rede paraense foi avaliada por um múltiplo equivalente a 13 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês), em linha com a avaliação de outras empresas do setor. A expectativa é que a empresa fature R$ 1 bilhão neste ano.

A receita da companhia é uma amostra de quão pulverizado ainda é o varejo farmacêutico no Brasil. O setor, como um todo, movimenta R$ 60 bilhões anuais.

Fonte: Valor Econômico

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