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Experiências exitosas de farmacêuticos no SUS

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Pague Menos vai chegar a mil farmácias próprias até 2017

Data: 03/09/2013

A rede de farmácias Pague Menos, varejista que surgiu no Ceará em 1981, quer chegar a mil lojas até 2017, embalada pelo aumento da expectativa de vida da população e do maior poder aquisitivo. Para o presidente da empresa, Deusmar Queirós, a meta é consolidar a marca como uma drugstore que ofereça todos os produtos que o consumidor quiser encontrar. Com um faturamento de R$ 3,2 bilhões no ano passado, Queirós afirma que a empresa chegará a R$ 4 bilhões esse ano e 670 lojas espalhadas por todos os estados brasileiros. “Crescemos de forma orgânica, sem fusões ou aquisições".

Crio uma política de preços mais baixos ao consumidor e ganho com a escala da operação. Com a capilaridade que temos, a negociação com as fabricantes de medicamentos é sempre muito boa e repassamos isso ao cliente. Hoje, 70% de nossas vendas estão concentradas em medicamentos e o restante em artigos de perfumaria e cosméticos”, diz Queirós.

Mas poderia ser ainda melhor, ele mesmo afirma. Isso, se as farmácias fossem liberadas para a venda de produtos como balas, sorvetes, alimentos e bebidas em geral. Para ele, em muitos locais as farmácias poderiam funcionar como uma conveniência. “Fora do Brasil isso é possível".

A farmácia como uma espécie de ‘one stop shop’ presta um serviço. Por aqui, a lei trava o comércio de não medicamentos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), impede a venda de alimentos, bebidas, sorvetes, porque acha que ao entrar na farmácia para esse tipo de compra, o cliente pode ser levado a se auto-medicar”, diz o executivo. “ Temos 70 mil farmácias no Brasil e 50 mil pelo menos faturam menos de R$ 100 mil por mês. São pequenas empresas que poderiam faturar muito mais, sobretudo em cidades menores, se pudessem oferecer um serviço de conveniência. Essa briga se arrasta por anos e anos mas nada muda”, completa ele.

Enquanto a legislação não muda, Queirós segue planejando o crescimento das vendas. Para isso, vai inaugurar até o começo de novembro, na cidade de Hidrolândia, em Goiás, o seu segundo centro de distribuição. O primeiro fica no Ceará.

“O centro de distribuição de Hidrolândia vai atender às regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto a unidade no Nordeste fica com a região e também com o Norte do país. Com isso, podemos tornar o nosso trabalho ainda mais ágil. O executivo também comemora a classificação da agência internacional Fitch Ratings, que anunciou a elevação do Rating Nacional de Longo Prazo de sua empresa da nota A+ para a AA-. “Agora, queremos chegar ao triplo A”, projeta.

As grandes redes de farmácias movimentaram no primeiro semestre de 2013 R$ 13,5 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O crescimento geral nas vendas foi de 12,04%, na comparação com o mesmo período de 2012.

A venda de medicamentos chegou a R$ 9,2 bilhões, 9,9% a mais do que o registrado de janeiro a junho do ano passado. Já a venda de genéricos aumentou 11,9% e totalizou R$ 1,6 bilhão. A profissionalização nos pontos de venda também acompanhou essa expansão e o número de farmacêuticos contratados hoje é 12,6% maior que em 2012.

Os não-medicamentos, que compreendem itens de higiene, perfumaria e cosmética, também tiveram destaque no semestre, com R$ 4,3 bilhões em vendas no período.

Fonte: Brasil Econômico
Autor: Erica Ribeiro

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