01/12/2015 - Marcha em Defesa do SUS abre a 15ª CNS

Com o tema “Saúde Pública de Qualidade para Cuidar bem das Pessoas: Direito do Povo Brasileiro", a 15ª Conferência Nacional de Saúde começa nesta terça-feira, 1º de dezembro, e segue até sexta-feira, 4. A programação oficial tem início com uma marcha pela Esplanada dos Ministérios, da Catedral de Brasília até o Congresso Nacional. A proposta é levantar a bandeira da defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e reafirmar a saúde como direito garantido pela Constituição Federal.

A 15ª CNS ocorrerá no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e contará com grupos de trabalho, que se reuniram previamente durante as etapas municipais e estaduais. O Conselho Federal de Farmácia (CFF) produziu e distribuiu um informativo sobre a importância da participação dos farmacêuticos de todo o país nas diferentes etapas. Elaborado pelos farmacêuticos Francisco Batista Júnior e Lorena Baía, representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF) no Conselho Nacional de Saúde (CNS), o documento foi discutido e aprovado na 61º Reunião Geral dos conselhos federal e regionais de Farmácia, realizada nos dias 18 e 19 de março, em Brasília.

Entre as propostas elencadas para serem defendidas pelos farmacêuticos, propostas estas comuns a todos os trabalhadores da área da Saúde, estão a criação de uma carreira única de Estado para todos os trabalhadores da saúde; a garantia do concurso público como meio de acesso dos trabalhadores da saúde ao SUS e a inserção da Assistência Farmacêutica em todos os níveis de atenção à saúde.

O presidente do CFF, Walter Jorge João, lembra que o Conselho tem a inserção do farmacêutico no SUS como uma de suas prioridades. Walter Jorge João destaca que os presidentes e demais diretores dos conselhos regionais participaram ativamente no processo de construção da 15ª CNS. "O controle social é uma ferramenta de participação da sociedade na gestão do SUS e as conferências são espaços privilegiados de debate e deliberações acerca do que a profissão entende como pontos essenciais para implementação no setor público", diz ele.

Fonte: Comunicação do CFF

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